QUEM SÓ TRABALHA NÃO TEM TEMPO PARA GANHAR DINHEIRO
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QUEM SÓ TRABALHA NÃO TEM TEMPO PARA GANHAR DINHEIRO
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R$ 11,23R$ 44,92
R$ 9,12R$ 45,60
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R$ 7,91R$ 47,46
R$ 6,87R$ 48,09
R$ 6,10R$ 48,80
R$ 5,49R$ 49,41
10×R$ 5,01R$ 50,10
11×R$ 4,62R$ 50,82
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“Quem só trabalha está longe de alcançar a prosperidade”; de ganhar dinheiro; isto é, “Quem só trabalha não tem tempo para pensar formas de poder prosperar” e, somente trabalhando:
1-Corre o risco de ficar doente;
2-Fica alienado na específica função que exerce, perdendo o conhecimento do todo;
3-Não tem tempo para o lazer;
4-Não tem tempo para a família;
5-Não tem tempo para a vida social;
6-Não tem tempo para praticar esportes;
7-Não tem tempo para viver um grande amor;
8-Não tem tempo para aprimorar-se;
9-Não tem tempo para cuidar de si.
Em outras palavras, “Quem somente trabalha, trabalha, na verdade, contra si mesmo; trabalha, ainda que inconscientemente, na contramão da prosperidade”, porque se tornou um “escravo assalariado do capital”. E pior: pensando que é ou, mesmo, está livre, completamente livre.

Não está-se aqui, todavia, fazendo apologia à preguiça, mesmo porque “Quem somente trabalha é, na verdade, também um tremendo preguiçoso”. “Preguiçoso?” “Como assim?”, pergunta-me o leitor.
Reafirmo: Isso aí... “Quem somente trabalha é, na verdade, um preguiçoso que tem um trabalho”.
Não compreendeu? Explico-me:
“Quem somente trabalha confunde “atividade” com “produtividade”...”.

Atividade vem de movimento; produtividade de crescimento e/ou aumento.
Isto é, nem sempre quem está em movimento está também em produtividade, assim como existem pessoas que estão produzindo sem estarem diretamente em movimento.
II
O livro, por esta via, se proporá a, partindo-se de um histórico sobre as mudanças relativas ao sentido do trabalho (nas sociedades gregas antigas, na idade média, moderna e contemporânea), demonstrar também que, mesmo no alvorecer do século XXI, os diferentes homens, na condição de proletários das sociedades capitalistas ocidentais, foram e/ou estão sendo transformados, de forma autoconsentida, em virtude da internalização em suas psiques dos valores Individualistas e Meritocráticos do capitalismo:
A- “Em escravos assalariados do capital”;
B- Em seres irracionais, por meio da cauterização em suas mentes, de duas grandes ilusões:
1- A primeira, internalizando-se a ideia de que o labor e/ou o trabalho dito assalariado, no qual se tem um patrão, é não somente o único dito válido e/ou ético, mas também o dito único que realmente “dignifica o homem” (e não também aqueles advindos do exercício e/ou do ato humano de pensar, de criar, de fazer arte, de investir, etc.);
2- A segunda, pautada na ideia de que “somente trabalhando e, trabalhando-se muito, é que se consegue sair da condição de pobreza e/ou de exclusão social”.

De forma didática, demonstraremos que, na prática, essas são duas grandes mentiras contadas pelos donos do capital para poderem continuar, como fazem há séculos, explorando a classe trabalhadora, ou seja, transformando homens em seres irracionais, escravos do trabalho, visando-se manter o “status quo da exclusão” em escala planetária.

Todavia, não ficamos somente na crítica, ou seja, apresentamos alternativas para a superação dessa condição de exclusão social, objetivando-se, todavia, fazer com que o excluído e/ou escravo assalariado do capital pós-moderno possa deixar de sê-lo, mas, sem, nesse caminho, querer tornar-se também um escravocrata contemporâneo.

Edição: (1) (2014)
ISBN: 9781497322677
Número de páginas: 116
Formato: 14,8 cm X 21 cm (Capa com orelhas)
Autor: CLEBERSON EDUARDO DA COSTA